quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Como testar diodos zener?

Os diodos zener são dispositivos semicondutores formados por uma única junção PN e que funcionam polarizados no sentido inverso. Na ruptura inversa, conforme mostra a figura 1, dentro de uma faixa de correntes eles mantêm constante a tensão em um circuito.


Os diodos zener são usados na regulagem de tensão ou como referência, podendo ser encontrados com diversas dissipações e para diversas tensões. Na figura 2 temos o símbolo e aspecto dos tipos mais comuns.

Na prática encontramos diodos com tensões que vão de 1,8 V a 150 V e dissipações que vão de 400 mW a mais de 10 W.

O que testar?

O teste básico de um diodo zener consiste em se verificar o estado de sua junção, mas este apenas detecta um componente que, com certeza, esteja aberto ou em curto. Inclusive em caso de dúvidas, o teste mais simples não acusa se é um diodo comum ou um diodo zener.

Um teste mais completo pode ser realizado para determinar a tensão zener, porém esse exige alguns arranjos adicionais como uma fonte de tensão. Essa tensão zener, e se o componente encontra-se em bom estado, podem ser verificados com a ajuda de um osciloscópio e o traçador de curvas. Nesse caso, o osciloscópio também é útil para identificar o componente e mostrar sua curva característica.

Instrumentos Usados

• Provador de continuidade
• Multímetro
• Fonte de alimentação e circuito de prova
• Osciloscópio e traçador de curvas

Para os leitores que usam muito os diodos zener, o circuito de prova pode ser mantido montado, consistindo em um excelente recurso para se determinar as características desse tipo de componente.

Lembramos que existem muitos diodos zener em que pela simples indicação do tipo não é possível saber qual é a sua tensão. É o caso dos diodos zener da série 1N.

A tabela ao lado pode facilitar bastante para os leitores que trabalham com esse tipo de componente: Diodos Zener – 1N.

Para os diodos da série BZX ou BZY, como o BZX76C5V1, o 5V1 indica que se trata de um diodo de 5,1 V.
Os Testes

1. Com o Provador de Continuidade e Multímetro

Trata-se da prova mais simples em que apenas verificamos o estado da junção. Ela apenas revela se o componente está aberto ou em curto. Nada podemos saber sobre sua tensão zener, dissipação ou outras características importantes.

Observamos também que ela só deve ser realizada com um provador de continuidade que tenha uma alimentação interna menor do que a tensão zener do diodo provado. Por exemplo, um provador de continuidade que aplique 6 V no componente em prova não serve para testar um diodo zener de 3,3 V.

a) Coloque o multímetro numa escala intermediária de resistências (ohms x 10 ou ohms x 100 se for analógico, ou 2000/20 000 ohms se for digital). Zere-o se for analógico. Se usar o provador de continuidade, coloque-o em condições de funcionamento.

b) Retire o diodo zener em teste do circuito (se esse for o caso) ou levante
um dos seus terminais (*).

c) Meça a resistência ou verifique a continuidade no sentido direto e no sentido inverso (teste e depois repita o teste invertendo as pontas de prova).

A figura 3 ilustra como realizar essa prova.

Obs.: Certifique-se de que o diodo zener pode suportar a corrente aplicada pelo provador de continuidade, principalmente se for tipo de dissipação muito baixa.

Interpretação da Prova

Exatamente como no caso de um diodo comum, deve ser lida uma baixa resistência ou continuidade quando na polarização direta. Na polarização inversa deve ser lida uma alta resistência.

Diodos com baixa resistência ou continuidade nas duas provas estão em curto. Diodos com alta resistência nas duas prova estão abertos. Uma resistência inversa entre 20 k ohms e 200 k ohms indica um diodo com fugas.

Observação:

Com o circuito ligado é possível medir a tensão zener nos terminais do diodo. Se ela for muito baixa ou acima do esperado, é sinal que o diodo se encontra com problemas.

Trata-se de uma prova “no circuito”, que deve ser feita com um multímetro na escala de tensões DC o qual deve ter uma elevada resistência de entrada (5 000 ohms/volts para maior confiabilidade). A figura 4 surgere como essa prova pode ser feita.


2. Com o Circuito de Prova

Para diodos zener até uns 30 V é possível fazer o teste de funcionamento, determinação da tensão zenere até mesmo definir sua polaridade com o circuito exibido na figura 5.


Para esse teste é preciso contar com um multímetro comum (analógico ou digital), o qual, colocado na escala de tensões DC, indicará a tensão zener.

Procedimento


Basta ligar o diodo zener em teste no local indicado e ler no multímetro a tensão zener. Para diodos zener com tensões maiores, pode ser usado um transformador de maior tensão, aumentando-se o resistor proporcionalmente tanto em valor ôhmico quanto em dissipação.

Interpretação da Prova

A tensão zener deve ser lida no multímetro, se o componente estiver em boas condições. Caso seja lida tensão nula o diodo encontra-se invertido. Se a tensão estiver muito acima do valor esperado (tensão zener), o componente acha-se aberto. Se a tensão lida for de aproximadamente 0,7 V, o diodo está invertido. Desinverta-o e faça nova leitura.

3. Usando o Osciloscópio

O osciloscópio também pode ser usado para se determinar as características de um diodo zener e verificar se ele está em condições de funcionamento. Na figura 5(a) vemos a curva do zener obtida com o traçador de curvas.

Note que o osciloscópio é ajustado na função de varredura externa ou A/B, B/A ou X/Y.

Procedimento:


a) Ajuste o osciloscópio para observar uma das formas de onda mostradas na figura 6.




b) Compare essas formas de onda com as ilustradas na figura. Temos as possíveis formas de sinal que devem ser vizualizadas e o que elas significam.

(A) Diodo zener bom (curva característica normal)

(B) Diodo com fuga

(C) Diodo aberto

(D) Diodo em curto

Observações: Diodos zener de altas potências podem exigir uma corrente mais intensa nos circuitos de prova. Nestes casos, os resistores de limitação de corrente usados devem ter seus valores ôhmicos reduzidos e suas dissipações aumentadas.

Devemos ressaltar também que a posição da imagem na tela pode variar conforme a função selecionada seja B/ A ou A/B. Conforme a tensão do zener, se for superior a 24 V, deve ser usado um transformador de maior tensão de secundário e resistores limitadores de corrente maiores.

*Artigo originalmente publicado na revista Saber Eletrônica







quinta-feira, 15 de abril de 2010

Erros de Medidas em Multímetros Digitais

Ao contrário do que muitos pensam, os multímetros digitais também estão sujeitos a erros. Esses erros podem ocorrer nas medidas de correntes DC, correntes AC, e quando os instrumentos possuem recursos mais avançados, na medida de frequências e períodos. Veja, neste artigo, como eliminar ou reduzir esses erros. O artigo foi baseado em documentação da Agilent Technologies


Nos multímetros digitais comuns, a medida das intensidades de corrente é feita introduzindo-se no circuito um resistor de baixa resistência através do qual a corrente a ser medida flui. Mede-se então a queda de tensão nesse resistor, conforme mostra a figura 1.
No entanto, neste caso é preciso considerar inicialmente dois fatores que podem afetar os resultados das medidas.

O primeiro é que, por mais baixa que seja a resistência interna sobre a qual se mede a tensão, ela não é desprezível, e por isso afeta a corrente que está sendo medida. O segundo é que deve-se considerar a presença dos cabos que ligam as pontas de prova e que, quando comparados com a resistência interna do instrumento, não têm uma resistência desprezível.

Para as medidas de resistências também devem ser considerados erros introduzidos pela resistência dos cabos e outros que serão analisados a seguir.

Efeitos da Dissipação de Potência

Na medida de resistências, o instrumento faz circular uma corrente pelo dispositivo. Assim, no caso de resistores deve-se tomar cuidado para que a corrente usada pelo instrumento na medida não eleve sua temperatura a ponto de afetar sua resistência. Isso pode ocorrer com resistores que tenham coeficientes de temperatura elevados, conforme indica a figura 2.

Veja na tabela 1 dada a seguir, algumas correntes empregadas pelos instru- mentos em diversas escalas e quanto de potência um dispositivo sob teste (DUT) dissipará em plena escala.




Efeitos do tempo de acomodação

Quando se mede uma resistência num circuito, deve-se considerar que o circuito em que ela se encontra e mesmo os cabos representam a presença de uma certa capacitância.

Dessa forma, há um certo tempo necessário para que a corrente no dispositivo em teste se estabilize, justamente devido a essa capacitância. Em alguns casos, essas capacitâncias podem chegar a valores tão altos quanto 200 pF.

Assim, ao se medir uma resistência acima de 100 kohms, os efeitos da capacitância do circuito e do cabo já se fazem sentir, exigindo que haja um certo tempo para que a medida se complete.

Os erros de medida poderão então ocorrer caso não se espere essa acomodação, quer seja no instante em que se realiza a medida, quer seja quando se muda de faixa.

Medidas de altas resistências

Quando se medem resistências elevadas podem surgir erros devido a fugas que ocorrem pela própria sujeira da placa ou no isolamento dos componentes, conforme ilustra a figura 3.

É importante manter limpa a parte do circuito em que medidas de resistências elevadas devam ser feitas. Lembramos que substâncias como o nylon e filmes de PVC são isolantes relativamente pobres, podendo causar fugas num circuito afetando, assim, a medida de eventuais resistores ou outros componentes de valores muito altos.

Para que se tenha uma ideia, um isolador de nylon ou PVC pode afetar em 1% a medida de um resistor de 1 Mohms, em condições de umidade algo elevadas.

Esse tipo de problema é muito comum quando se testa resistores de foco de monitores de vídeo e televisores. O valor medido pode estar “abaixo do normal” devido à sujeira acumulada, atraída pela alta tensão do próprio cinescópio.

Queda de tensão

Um outro erro introduzido nas medidas de corrente é devido à tensão de carga do circuito em série. De acordo com a figura 4, quando um instrumento é ligado em série com um circuito, um erro é gerado pela tensão que aparece no resistor interno e nos cabos das pontas de prova.

Os mesmos erros são válidos para o caso em que correntes alternadas são medidas. Entretanto, em medidas de corrente alternada os erros devidos à carga representada pelo instrumento são maiores, pois temos as indutâncias dos elementos internos do circuito a serem somadas.



Erros nas medidas de frequência e período

Os erros nessas medidas ocorrem principalmente quando sinais de baixas intensidades são analisados.

A presença de harmônicas, ruídos e outros problemas pode afetar as medi das. Os erros são mais críticos nos sinais lentos.

Conclusão

Ao realizar medidas de resistências, correntes e tensões com um multímetro digital é preciso levar em conta que a precisão das medidas também dependerá do modo como o instrumento é usado.

Além disso, é necessário conhecer as suas características para entender a possibilidade de que eventuais diferenças de leituras possam surgir.

Não basta encostar as pontas de prova em um circuito e acreditar totalmente na indicação que o instrumento dará. É preciso saber o que está acontecendo no circuito e principalmente no instrumento, para ver se ele não está sendo “enganado” e passando o resultado enganoso ao operador.

Fonte: Saber Eletrônica

domingo, 4 de abril de 2010

Feliz Páscoa




O Blog Eletrônica e tudo mais.. deseja a todos vocês, uma Feliz Páscoa!!!

terça-feira, 30 de março de 2010

Recuperação de equipamentos valvulados









Se você conhece um pouco de eletrônica, tendo as ferramentas básicas, a reparação de rádios valvulados e outros equipamentos pode ser realizada com certa facilidade. Damos, em seguida, uma tabela de defeitos, causas e verificações que pode ser de grande utilidade para aqueles que desejam recuperar um aparelho que não funciona.





Não funciona




Defeito:

Não acendem as válvulas


Verificar:

Tensões de alimentação

Causa provável:

  • Válvulas queimadas
  • Resistência em série com os filamentos-aberta
  • Lâmpada piloto queimada
  • Interruptor geral defeituoso
  • Cabo de alimentação interrompido
  • Transformador de força queimado

Defeito:

Acende mas não funciona

Verificar:

Falta de alta tensão nos circuitos de placa (anodo)


Causa provável:
  • Resistência de placa da válvula retificadora-aberta
  • Válvula retificadora queimada
  • Choque de filtro aberto
  • Mau contato nos soquetes das válvulas
  • Soldas frias ou interrupções
  • Capacitores eletrolíticos em curto
  • Capacitores de alta tensão em curto
  • Transformador de força aberto

Defeito:

Não funciona a partir do detector (rádio)


Verificar:

Transformador de FI


Causa provável:
  • Transformador de FI aberto ou em curto
  • Capacitor de FI em curto
  • Capacitor de acoplamento aberto
  • Resistência de catodo aberta

Defeito:

Não funciona a etapa pré-amplificadora


Verificar:

a) Falta de tensão de placa
  • Resistência de carga aberta


b) Falta de tensão na grade
  • Resistência de alimentação aberta
  • Capacitor de desacoplamento aberto


c) Não há sinal de grade
  • Capacitor de acoplamento em curto ou aberto
  • Grade de blindagem em curto
  • Resistência de grade
  • Válvula queimada
  • Potenciômetro em curto
  • Capacitor de placa em curto

Defeito

Não oscila


Verificar:

a) Bobina osciladora
  • Invertida
  • Aberta


b) Falta tensão de placa

  • Resistência de alimentação aberta


c) Tensões alteradas ou sem alteração
  • Capacitor padder aberto
  • Chave de onda com mau contato
  • Bobina aberta
  • Resistência de escape aberta
  • Variável em curto

Defeito:

Pouca sensibilidade geral


Verificar:

a) Válvulas
  • Válvulas fracas
  • Polarização incorreta


b) Tensões de placa baixas
  • Tensões de polarização alteradas
  • Resistores de polarização alterados


c) Tensões de grade alteradas
  • Bobinas interrompidas
  • Ajuste incorreto
  • Resistores de polarização abertos ou alterados


Defeito:

Pouca amplificação das etapas de FI


Verificar:

a) Válvulas de FI
  • Válvula fraca


b) Tensões de polarização
  • Resistores com valores alterados
  • Tensões de placa baixas
  • Transformador de FI com fugas
  • Ajuste incorreto de bobinas de FI
  • Perdas de grade
  • Oscilações parasitas (instabilidades)


c) Tensões de grade baixas (alteradas)
  • Resistores de polarização alterados

Defeito:

Etapa conversora inoperante


Verificar:

a) Falta de tensão de placa
  • Trimmer de FI em curto
  • Transformador de FI aberto


b) Falta de tensão na supressora
  • Resistência de alimentação aberta
  • Capacitor de desacoplamento em curto


c) Tensão de catodo alterada
  • Resistência de catodo aberta
  • Grade em curto
  • Capacitor variável em curto

Defeito:

Pouca sensibilidade na etapa conversora


Verficar:

a) Válvulas e tensões
  • Válvulas fracas
  • Tensões de placa baixas
  • Polarização incorreta


b) Tensão oscilante alta
  • Defeito na bobina osciladora
  • Tensões de grade alteradas


c) Instabilidades
  • Tensão de grade alterada
  • Mau ajuste do transformador de FI
  • Fugas e oscilações parasitas

Defeito:

Pouca sensibilidade em AM


Verificar:

a) Tensões incorretas
  • Válvulas fracas
  • Resistências com valores alterados


b) Tensões corretas
  • Capacitores de acoplamento abertos ou com fugas
  • Controle de volume ruim
  • Transformador de saída com problemas
  • Polarização alterada

Defeito:

Etapa de potência não funciona


Verificar:

a) Tensão de placa
  • Capacitores de placa em curto
  • Transformador de saída aberta
  • Curto-circuitos


b) Tensão de grade
  • Resistências de catodo abertas
  • Capacitores de desacoplamento em curto
  • Interrupção da bobina do alto-falante
  • Válvula em curto

Defeito:

Etapa amplificadora de FI inoperante


Verificar:

a) Falta de tensão de placa
  • Trimmer das FIs em curto
  • Capacitor de filtro de FI em curto
  • Capacitor de acoplamento aberto
  • Resistência de catodo aberta


b) Falta de tensão na válvula supressora
  • Resistência de alimentação aberta
  • Capacitor de desacopl. em curto


c) Não há resposta na grade
  • Transformador de FI em curto
  • Resistência de catodo aberta
  • Grade em curto com o chassi


Funcionamento anormal



Descargas, estalos


Causas:

  • Capacitor de filtro com problemas
  • Isolação do +B com problemas
  • Fugas nos circuitos de alta tensão
  • Capacitor de placa da saída ruim
  • Potenciômetros ruins

Microfonia

Causas:

  • FI mal ajustada
  • Oscilações mecânicas
  • Capacitor variável com placas soltas ou frouxas
  • Borrachas do capacitor variável endurecidas
  • Bobinas frouxas
  • Trimmers soltos ou frouxos
  • Padder solto ou frouxo
  • Conexões soltas

Apitos, oscilação

Causas:

  • FI mal ajustada
  • Valor de FI incorreto
  • Acoplamento defeituoso entre a antena e demais circuitos
  • Filtro de FI aberto
  • Oscilações devido a componentes defeituosos ou ligações compridas

Ruídos

Causas:

  • Contatos soltos ou frouxos
  • Soldas frias ou soltas
  • Válvulas com problemas
  • Contatos de suportes de válvulas sujos ou oxidados
  • Capacitor variável com sujeira entre as placas
  • Trimmers frouxos
  • Curtos entre conexões

Oscilações

Causas:

  • Capacitor de desacoplamento aberto
  • Soldas frias ou soltas
  • Realimentação no circuito de CAV
  • Realimentação por má colocação dos componentes
  • Falta de blindagem em válvulas
  • Falta de conexão à terra de blindagens
  • Fio de antena muito próximo das FIs
  • Fio do alto-falante muito longo
  • Filtro de FI aberto
  • Pino 1 de válvulas metálicas sem conexão

Distorção

Causas:

  • Problemas de polarização da válvula de saída
  • Válvula fraca
  • Transformador de saída com problemas
  • Alto-falante com problemas
  • Tensão de alimentação baixa
  • Válvula retificadora fraca
  • Tensão de filamento baixa
  • Capacitores de acoplamento com fugas

Zumbidos

Causas:

  • Filtragem insuficiente
  • Choque de filtro em curto
  • Eletrolíticos abertos ou alterados
  • Circuito de filamento sem blindagem ou aterramento
  • Retornos de grade mal conectados
  • Capacitor de desacoplamento aberto
  • Válvulas com curtos entre catodo e filamento
  • Blindagens de cabos de sinais desligadas do chassi

Fonte: revista Eletrônica Total

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Proteção e prevenção

Problemas estranhos vêm de todos os tamanhos. Alguns você não poderá evitar, e poderá nem mesmo saber até que seja tarde demais, e descubra que o fabricante tinha um batch de unidade com qualidade inferior ou problemas de produção desconhecidos. Alguns problemas se introduzem com o novo hardware, novo software, ou outros usando seu sistema, eis algumas etapas que você poderá executar para evitar a estranheza em seu PC.

  • Problemas de energia
Não existem muitas coisas que você poderá fazer para proteger seu sistema de desastres realmente grandes, mas algumas coisas poderão ajudar, dentro do possível. Não poderá esperar que um protetor contra surtos de voltagem, UPS ou um estabilizador de energia sobreviverá depois, e muito menos proteja seu sistema, de um raio direto ou próximo, ou linhas de força muito ruins. O mesmo aplica-se aos dispositivos de proteção contra surtos da linha telefônica. A Mãe Natureza descarrega milhões de volts com a capacidade de milhares de amperes de corrente, transformando-se em um tremendo potencial de danos até para a mais vigorosa das estações de força. Para um isolamento e proteção reais, sugerimos que você desconecte todo fio externo, telefone e cabos de rede de seu PC e periféricos durante uma tempestade.

Se estivessemos prestando atenção nos eventos tão importantes quanto os raios próximos, mesmo a descarga estática aparentemente leve criada entre o tapete, os moveis, a roupa e um sistema de PC poderá desencadear muita energia prejudicial. Também, então, temos choques graves e variações nos circuitos elétricos normais devido a uma construção fraca ou fiação inadequada para o equipamento doméstico, comercial ou industrial – geladeiras, amoladores, compressores etc. Se você souber que haverá um trabalho elétrico ou paralisações feitas em seu sistema de força local, desligue o computador e todos os periféricos, para evitar sua exposição aos surtos induzidos por trabalhadores ligando e desligando um grande equipamento próximo.


  • Garotas da limpeza
A força pode ser o inimigo mais óbvio de seu sistema delicado, mas não é o único. O calor e a poeira competem juntos pelo primeiro lugar. Infelizmente, a poeira entra em seu sistema pela circulação de ar usada para remover o calor. A poeira se reúne por onde o ar flui, geralmente nas partes que são sensíveis ao calor, e impede que o calos saia e a probabilidade de desastres cresça. Para evitar os problemas do calor e da poeira, exija a limpeza da área de seu PC e a execução de alguma manutenção simples e frequente (semi-anual) – abrir a proteção, soprar e escovar a poeira.

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Aviso sobre responsabilidade

Como um consumidor educado e consciente, você poderá evitar muitos problemas antes que eles ocorram seguindo estas etapas ao comprar o hardware e o software, ou ao buscar manutenção para seu computador:
  • Observe o sistema executar todo o software e hardware que deseja antes de comprá-lo.
  • Não compre um equipamento usado, a menos que venha com manual, ou a menos que esteja certo de que tenha um ou algum tipo de suporte.
  • Varra o equipamento usado e dados para detectar vírus.
  • Verifique os sistemas usados para obter modificações.
  • “Made in algum lugar” (estrangeiro) nem sempre é ruim, mas não é uma garantia de que foi clonado corretamente.
  • “Made here” nem sempre significa que foi feito certo também.
  • Algumas vezes “Deve funcionar bem, experimente-o” é melhor do que “Ah sim, tudo bem!”
  • Certifique-se de que saiba qual é o problema, quando ele ocorre, e possa informar a outra pessoa sobre ele.
  • Se o cara da manutenção disser que não está quebrado, mas você sabe que está, peça uma prova, ou encontre outro técnico.
  • Se o cara do serviço disser que você precisa de um outro drive, mas apenas o teclado estava ruim, descubra por que ou descubra outro técnico.
  • Se não se parece com um pato, anda como um pato ou grasna como um pato, há chances de que não seja um pato.

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Se tudo mais falhar...

Não suponha nada. Se não puder determinar facilmente a causa de um ou mais problemas, faça a si mesmo algumas perguntas básicas:
  • Qual foi a última coisa que foi feita no sistema?
  • O sistema estava apenas na loja?
  • Se estava, o que a loja fez no sistema?
  • Você mudou algo?
  • Novo software? A partir da web? Um amigo?
  • Novo hardware?
  • Configurações? Diretórios? Classificou ou moveu arquivos?
  • Alguém mais fez essas coisas?
  • Você pode restaurar parte ou todo o sistema a partir de backups?
Alguns produtos de software ainda empregam esquemas de proteção contra cópia que requerem inverter a instalação antes de mudar as configurações do drive, intercalação, formatos, partições, etc., mesmo que possam sofrer backup normalmente. Se você classificou os arquivos, compactou o drive, executou o SpinRite, speed Disk, VOPT ou outros utilitários de drive, poderá ter causado um problema de arquivo.
Se introduziu algo sem saber em seu sistema, ou se um dos seguintes eventos ocorreu, poderá suspeitar de um programa incompatível, configuração ou vírus:
  • Perda de força?
  • Alterações do sistema de telefone (se você tem um modem, correio de voz ou uma placa de fax)?
  • Alterações do mainframe ou da rede (provavelmente do cabeamento)?
  • Tempestade?
  • Falha do equipamento maior ou do ar condicionado?
  • Alguém mais usou seu sistema?
  • Alguém teve acesso a ele seu conhecimento?

Nota
Os eventos externos podem causar impacto e todos os tipos de problemas em seu sistema. O próprio evento poderá não indicar diretamente o arquivo defeituoso ou a parte do hardware, mas você poderá ser capaz de ter o dano coberto pelo seguro ou outros meios, se houver uma correlação significativa.


Se alguém usou seu sistema e decidiu reorganizar as coisas, você terá que restaurar as configurações do sistema. Se alguém estava copiando o último relatório que você submeteu, ou apenas quis formatar um disquete, é possível que um vírus tenha sido introduzido – sim, mesmo a partir da simples execução do comando DIR em um disquete infectado.

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“E obviamente não compatível com o tapete felpudo”

Também conhecido como: “O suporte técnico não pode ajudar a todos”.

O cliente está desvairado. O computador vinha sendo executado bem na sala de estar nos últimos meses, e eles decidiram que era hora de levá-lo para o gabinete de leitura para abrir espaço para um novo sofá. Agora ele não funciona. Uma chamada excitada é feita para o suporte técnico para um conserto rápido.

Os cabos foram indentificados cuidadosamente antes de serem desconectados. O novo computador de mesa foi colocado no gabinete de leitura sem muitos problemas. Seguindo as instruções, e não houve nenhuma peça extra ou faltando.

O computador foi movido para a nova mesa. Todos os cabos foram instalados de volta onde pertenciam.

Agora o momento da verdade – o fio de proteção do estabilizador de voltagem é conectado na tomada da parede próxima, a chave de força é virada e...nada. um usuário excitado chama o suporte técnico.

Com educação e paciência o engenheiro de suporte técnico aconselha o usuário aflito em cada etapa. A única possibilidade parece ser a tomada da parede. O cliente jura que a tomada é boa, pois o abajur próximo à mesa funciona bem.

Ah ha! Experimente fazer com que o cliente conecte o computador onde a lâmpada estava conectada. Primeiro, isso é visto como um insulto, pois o abajur funciona. Segundo, é afirmado que isso seria impossível, uma vez que desconectar o abajur significaria que o cliente não poderá ver para fazer isso.

Próxima possibilidade - a tomada está ligada para usar um interruptor de parede para uma tomada (geralmente a lâmpada) e a outra tomada está ligada o tempo todo. Como o cliente liga a lâmpada? O interruptor, claro! Qual? O interruptor para o abajur (lógico).

Obviamente, o técnico de suporte não sabe nada, e o maldito computador é um pedaço de sucata barato porque não pode nem mesmo aguentar ser movido de um cômodo para outro...e prossegue. Depois de 20 minutos dessa rotina, o técnico se desculpa por ter deixado o cliente esperando (para que o técnico possa recobrar a tranquilidade) e retorna um minuto depois, tendo “consultado o departamento de engenharia”.

“Que tipo de tapete você tem na sala de estar?” Interno/externo, claro – está próximo ao quintal. “Que tipo de tapete está no gabinete de leitura?” Um muito felpudo, muito caro (naturalmente). “A engenharia simplesmente me entregou um boletim técnico e diz que esse modelo de computador não é compátivel com o tapete felpudo. Você terá que voltar com ele para a sala de estar”.

Serviço criativo de suporte ao cliente? Tirar o melhor proveito de uma situação pior? Você decide, mas o gerente de suporte que nos disse isso jura que é verdade. Nesse ínterim, verifique as tomadas em seu gabinete de leitura e a documentação que vem com seu sistema, nunca se sabe.

Para aqueles com experiências menos melodramáticas de movimento do sistema, verifique as placas e os cabos dentro e fora do sistema depois de movê-lo.


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É um problema do rato ou um problema do mouse?

Ninguém sabe para onde foi o rato, mas o rastro de evidência na placa do sistema deixou óbvio que havia mais de um roedor anexado a esse computador.

Os ratos, o tipo com quatros pernas, podem entrar em seu sistema através de um buraco de porta aberta tão facilmente quanto você pode conectar seu dispositivo de indicação no conector da porta serial. Eles não requerem nenhum driver de dispositivo e seu software poderá não ocupar nenhuma memória RAM, mas podem confundir as atribuições da porta, causar conflitos de interrupção, e geralmente estragam seu PC. A maioria dos ratos (pequenos ou outros) é definitivamente não compatível com seu BIOS, CPU, DOS ou Windows e podem causar erros de disco fatais.

Um chassi de computador fornece um lugar quente, seguro e atraente para esses pequenos e peludos roedores espertos e automovidos sem fio visitarem e perseguirem seus negócios com uma relativa privacidade.

Infelizmente, alguns desses negócios de rato conduzem os componentes do sistema a uma saúde fraca. O “resíduo” do rato poderá encurtar a vida dos pequenos componentes circuitos de sua placa do sistema, e deixar um sinal de odor para ajudar a encontrá-lo.

Os sintomas não são previsíveis ou consistentes. Um dia seu disco rígido pode se comportar de maneira estranha, outro dia o alto-falante pode não soar corretamente, no dia seguinte o sistema pode não inicializar completamente, tudo dependendo de como quais circuitos “a evidencia do rato” entrou em contato.

Solucionar esses incompatibilidades do rato envolve uma desmontagem completa de seu sistema, a remoção da placa do seu sistema, e lavar a placa com um componente químico não destrutivo de limpeza de eletrônicos. O limpador de fita de áudio/vídeo (álcool) e uma pequena escova são suas melhores ferramentas. Essa cirurgia delicada deverá ser executada apenas por um técnico em eletrônica capacitado, lembrando das condições sanitárias, para o técnico e os usuários, pois os ratos podem carregar e deixar todos tipos de amostras biológicas desagradáveis e doenças.
A prevenção começa em casa. Mantenha os ratos longe de seu computador. Mantenha as prováveis aberturas de seu computador devidamente lacradas (preenchimentos vazios para os slots da placa, lâminas de preenchimento nos orifícios dos conectores não usados, etc.). mantenha o interior de seu sistema limpo e sem poeira, limpando-o com frequência.

Embora o ditado “quando o gato sai de asa os ratos fazem a festa ” tenha alguma importância, não recomendamos que você mantenha um gato em seu computador ou próximo, mas poderá experimentar um desses gráficos de proteção de tela com imagens de felinos por seu valor de diversão. Quem sabe, pode funcionar!

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Coisas realmente estranhas que podem acontecer com o PC

  • Coisas estranhas que a mãe natureza pode fazer em seu PC
  • Problemas que seguem a Lei de Murphy
  • Problemas que desafiam a lógica e a razão
  • Proteção e prevenção

Os problemas citados aqui são reais. Eles podem não parecer óbvios, podem não ser totalmente compreendidos por seus sintomas, o que eles quebraram ou como são corrigidos, mas são reais. Esses problemas estão estão presentes para ilustrar apenas como alguns problemas podem ser incomuns e quanto seriamente precisamos considerar o ambiente ou outro equipamento em torno de nós, quando trabalhamos com nossos PCs.

Clique nos links para ler

Atualização de BIOS

Se a data do BIOS de seu sistema for de 1990 ou anterior, poderá não funcionar com todos os drives de disco IDE ou suas interfaces, as últimas versões do BIOS deverão conter a devida sincronização e tabelas de drive de disco expandidas, para aceitar os drives IDE e EIDE mais recentes.

O BIOS de seu teclado deverá também ser atualizado, para evitar possíveis conflitos com as novas versões do BIOS do sistema. Não há nenhuma conexão definitiva entre as versões mais recentes do BIOS e o teclado, ou entre os drives IDE e o teclado, mas muitos revendedores recomendam atualizar ambos os conjuntos do BIOS, se já não fizerem parte do BIOS do sistema (em vez de estarem incorporados em um chip co controlador de teclado 8042).

Por volta do ano 2000, você poderá querer ter uma atualização do BIOS só para não ter que lidar com a verificação da integridade do clock de tempo real de seu sistema. Se tiver informações de dados críticas e/ou programas dependentes da data, desejará assegurar que não apenas seu sistema a transforma devidamente no ano 2000, mas também que lide adequadamente com os anos bissextos e outras datas críticas. O IR irá esperar que você registre seus impostos em 15 de abril de 2000, exatamente como todo ano antes e depois, um problema no ano 2000 em seu PC não será uma desculpa plausível! Porém, se o IR não atualizou seus sistemas, poderemos achar que eles não serão capazes de enviar uma devolução. Estamos apostando se o governo irá reconhecer suas responsabilidades quando forem pegos pela falta das devidas correções do ano 2000.


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Métodos e precausões para agilizar seu computador

A lista a seguir mostra algumas maneiras mais comuns e bem sucedidas de agilizar seu computador:

  • Altere o cristal de sincronização ou oscilador da CPU. Isto funciona mais facilmente nos sistemas do AT ao 486 porque o clock da CPU não executa o clock de tempo real predefinido ou o clock de vídeo. A velocidade do clock para esses sistemas é a metade de qualquer clock ou cristal usado para fornecer o clock primário. Um sistema de 6MHz tem um cristal de 12MHz ou oscilador, um sistema de 25MHz tem um oscilador de 50MHz. Os sistemas do PC e XT compartilham o clock da CPU para a data e hora, portanto você terá que ter mais cuidado ao mover alguns componentes, para que não tenha o avanço da data e da hora de 110 a 120 por cento mais rapidamente que a hora atual. O clock ou o cristal são mais difíceis de localizar ou não são facilmente substituídos nas placas do sistema mais novas, que usam dispostivos de clock definidos pelos jumpers mais complexos para fornecer a sincronização da CPU.
  • As mudanças do clock podem também afetar as velocidades do bus de dados. Alguns fabricantes de clones arriscam a compatibilidade para a velocidade cronometrando mais rapidamente o bus da placa de acréscimo para aperfeiçoar o desempenho. Muitas placas seriais, paralelas, de vídeo e outras mais antigas, simplesmente bloqueiam-se e falham ao funcionar, quando colocadas em sistemas com clock em excesso.
  • Mude a taxa de renovação da RAM para a memória. Algumas revistas populares publicam artigos e exemplos de programas sobre como fazer isso. É muito arriscado. Mesmo que os chips possam ser executados mais rapidamente, se eles não forem devidamente renovados, você terá um comportamento aleatório, terá uma perda grande de dados e erros de paridade.
  • Adicionar um co-processador matemático (sistemas PC, XT, 286, 386 e 486sx) para agilizar os programas de planilha e gráficos que são capazes de usar um bom aperfeiçoamento. Verifique o manual do seu sistema para ter certeza sobre a velocidade do chip do co-processador necessário, e o manual do software para ver se seu software pode usar um chip principal. Poderá conseguir com um chip mais lento e menos caro, se o sistema permitir.
  • Para os sistemas 80486 e Pentium, terá várias opções para os processadores de substituição que são executados de 25 a 200 por cento mais rapidamente do que o original. Para os sistemas 486, existem muitos processadores simples do tipo 486 mais rápidos, e alguns processadores do tipo Pentium da AMD ou Cyrix
  • Que podem fornecer um auxílio de 50 a 250 por cento nas operações. Selecione o aumento de acréscimo certo na velocidade de seu orçamento. Quase não vale a pena gastar dinheiro ao trocar de uma CPU com 150MHz para uma com 160MHz, mas ir de uma com 150MHz para uma 200MHz ou superior é significativo.
  • Usar um controlador de disco mais rápido, drive e/ou cache de disco na memória RAM, são boas maneiras de ter um aumento significativo nas operações de arquivos. Assim como classificar e desfragmentar os arquivos do drive.
  • Use um dispositivo de cache/buffer de impressão externo. Isso evitará que seu computador tenha que amarzenar e lidar com a impressão, e deixará que você volte a trabalhar logo. Adicionar memória à sua impressora poderá agilizar as operações de gráficos e algumas de impressão de texto, também.
  • Use uma placa de vídeo mais rápida para aperfeiçoar todas as operações de gravação na tela.
  • Alterar o chip UAR/T na interfaces seriais dos tipos 8250 ou 16450 para um tipo 16550AN fornecerá melhorias consideráveis para as transferências de arquivos com alta velocidade (mais rápidas que a taxa de 9.600), com o programa de comunicações certo e , especialmente, nos programas com diversas tarefas como o Windows.

Se você realmente precisar de um sistema mais rápido, compre um. Um sistema Pentium animado custa aproximadamente o mesmo (ou menos) que um sistema de clone XT típico custava em 1986 (cerca de $ 1.200). não compre um sistema lento “aceitável” atualmente. Se espera que sua quantidade de trabalho vá requerer um sistema com desempenho mais alto, compre o máximo que puder.


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Coisas que podem reduzir a velocidade do seu computador

Vários fatores podem reduzir a velocidade do sistema do seu PC, coisas que você pode nem mesmo conhecer:
  • Os utilitários Fast Find e Office Bar da Microsoft que são instálados com o conjunto office
  • O software de proteção contra vírus
  • Os utilitários do sistema e de controle do disco
  • As aplicações de programação e de compromissos
  • Os drivers de dispositivo do DOS (modo real) carregados no CONFING.SYS ao usar o Windows 95/98
  • As ferramentas de ortografia e de verificação ortográfica automática nas aplicações
  • Os utilitários de comunicações residentes (ICQ, Iphone, AOL Instante Messenger, programas de fax)
  • Impressoras a laser que têm pouca memória para lidar com seus documentos e gráficos
  • Impressoras lentas (variedades do tipo m,atricial e jato de tinta) para gráficos
  • Drives de disco lentos (tempo de acesso de > 10 mSeg) e IDE mais antigos
  • Impressora ou compartilhamento de arquivos em uso no Windows 95/98
  • Memória lenta (70-80 nSeg) em um sistema rápido (>66 MHz)
  • Mais RAM do que você realmente precisa
  • Muitos ou desnecessários protocolos de rede carregados
  • Uso da rede 10Base2 (coaxial)
  • Presença ou desempenho errado dos dispositivos da rede (servidor ocupado ou girando para cima ou para baixo)
  • Sistema de arquivos muito fragmentado e/ou setores de disco com defeito
  • BUFFERS do DOS excessivo definido no COFIG.SYS (geralmente de 3 a 10 é ótimo)
Tudo isso, e mais, são coisas que mantêm seu computador ocupado atendendo essas tarefas e não o trabalho que você realmente deseja que seja feito em primeiro plano. Algumas dessa coisas são benéficas e devem ser executadas, como a proteção contra vírus, mas todos os outros acessórios de tarefa, memória e controle do disco, usando os drivers no nível do DOS versus aqueles do Windows, são ladrões de tempo real e desempenho. Toda tarefa, mesmo que aparentemente inativa, pode consumir de 1 a 3 pro cento do tempo de sua CPU. Adicione tarefas o suficiente e esse chip Pentium de 200MHz será arrastado para um mero 166MHZ de velocidade efetiva.

Como o Windows tem que fazer muito carregamento e descarregamento de arquivos com o drive de disco, os drives mais antigos (basicamente não EIDE e não SCSI) poderão ser uma obstrução real. Usar uma RAM mais antiga e lenta poderá ser econômico, mas o BIOS do sistema irá impor mais estados de espera e retardos de memória do que você poderá querer – mudar para uma EDORAM de 50 até 60 nanossegundos, ou mesmo para uma SDRAM de 10 a 20 nanossegundos mais rápida ajudará, se seu sistema suportar. RAM demais poderá deixar as tarefas de gerenciamento da memória do sistema operacional ocupadas gerenciando a memória, em vez de lidar com suas aplicações.

As comunicações de rede poderão desempenhar um grande papel mantendo seu sistema ocupado desnecessariamente. As redes de cabo coaxial mais antigas (pois o tráfego de todos está no mesmo cabo) e os protocolos que você não precisa ter instalados poderão realmente distrair o sistema. Se precisar apenas se comunicar com outros PCs, servidores ou Internet usando o TCP/IP, remova todos os outros protocolos. O NetBEUI poderá ser útil para alguma rede do Windows diferente do TCP/IP, mas também é um risco de segurança.

Geralmente, procure algo que realmente não precisa ou coisas que não estejam no mesmo nível da tecnologia, sem exagerar, e encontrará uma obstrução. Acompanhe a manutenção de seu drive de disco – a varredura antivírus, a desfragmentação e os utilitários gerais de saúde do disco executados com frequência poderão ajudar a fazer com que as coisas ocorram suavemente.


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A velocidade mata!

Atualmente, parece possível fazer com que quase tudo vá mais rapidamente com alguma alterações menores, uma parte aqui, uma peça de código acolá, mas existem limites para o quanto você pode colocar em um sistema. O provérbio “a velocidade mata” cai como uma luva para nossos PCs. Quando a Intel e outros fabricantes planejaram e testaram muitos componentes em nossos sistemas, atribuíram a eles uma taxa de velocidade máxima confiável. Acima da velocidade máxima quase tudo pode acontecer, e geralmente não é bom.

A operação mais rápida significa que os componentes retiram mais corrente e com mais corrente vem mais calor. Você poderá não notar inicialmente o problema do calor, mas os componentes sim. Todas as resistências e capacitores dentro de um chip ou na placa do sistema poderão mudar de valor quando a temperatura se altera, o que poderá mudar a sincronização e os sinais. As funções dos pequenos dispositivos dentro dos chips poderão mudar o modo como funcionam, e a velocidade de algumas operações poderá variar muito.

Mesmo que o calor não afete imediatamente os componentes, poderá irradiar-se para as placas do circuito e contatos. O calor produz oxidação, faz com que os contatos fiquem sujos mais rapidamente. O calor também amolece as placas do circuito e as expande. Quando as placas se expandem e ficam flexíveis, os traços de cobre do circuito podem não acompanhá-las. Isso poderá causar interrupções microscópicas nos fios. Essas interrupções levam a mais aquecimento e, eventualmente, à falha do circuito.

O que estamos dizendo é que “calor mata”, mas há uma razão para o calor, e é fácil ver que ela está diretamente relacionada à velocidade.

Adicionar componentes mais rápidos ou aumentar a velocidade do clock da CPU não será bom se os componentes dentro de seu sistema ou as placas do circuito não estiverem avaliadas para as velocidades mais altas. Se você aumentar a velocidade do clock, tudo que sair desse clock terá que ser alterado também. Porém, não será bom ter chips avaliados para a operação de 200MHz se a placa do sistema não puder ser executada com segurança nessa velocidade.

A memória está entre os problemas mais suscetíveis da super velocidade. Os testes iniciais e a inicialização poderão não mostrar um problema, mas o uso real do sistema poderá.

Se você aumentar muito a velocidade do clock do chip de sua CPU, poderá criar muitos problemas diferentes, desde dados misturados na RAM, até erros graves do drive de disco. Outro sintoma é a impressora com caracteres que faltam, ou bloqueio porque a placa paralela está enviando os dados mais rapidamente do que a impressora pode aceitá-los. Redefinir o clock para a velocidade original resolverá esses problemas.


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“Parecia um conector da porta serial”

Também conhecido como “No caso de dúvida, não o conecte – Lição #2”.

Como na situação anterior do RJ-11, nem todos os conectores e tomadas do mesmo tipo têm os mesmos usos. No caso dos computadores, alguma convensão e grande parte sua conveniência ditam quais tipos de conectores serão usados para quais sinais e dispositivos. Embora existam leis e códigos de construção que impedem as pessoas de usar conectores do tipo de força AC comum para as linhas telefônicas, e de usar os conectores de telefone para a força AC, não há nenhuma regra controlando como as pessoas poderão usar uma conexão de dados comum com 9, 15, 25 ou 37 pinos.

A IBM criou esse problema usando uma conexão com 25 pinos para as conexões de porta serial e paralela na família do PC, e então novamente usando o conector de 9 pinos para o monitor de vídeo e a porta serial do tipo AT. Mesmo que esses conectores tenham polaridades diferentes para usos diferentes, em algumas instâncias não têm. Nós mesmos temos teclados e dispositivos de indicação que usam exatamente o mesmo conector. Para os sistemas de mesa, esses conectores são específicos para cada dispositivo, ao passo que em muitos sistemas laptop você poderá usar o pequeno conector redondo do tipo PS/2 para um teclado ou mouse externo.

Alguns fabricantes de clones de PC tornaram esse problema pior, usando conexões de soquete no chassi pra as portas paralela e serial. Porém, a convenção estabelecida pela IBM é ter um conector de pinos no PC para a porta serial e um conector de soquete para a porta paralela. Se a identificação falhar, o usuário não terá idéia sobre qual porta é qual. Geralmente, as portas seriais sobrevivem à má conexão com as portas paralelas. Contudo, como uma porta serial pode apresentar voltagem de polaridade errada para uma conexão da porta paralela, poderão ocorrer danos nos componentes da interface paralela se um dispositivo serial estiver conectado a ela.

Do mesmo modo, os sinais de vídeo não coincidem com os sinais da porta paralela de modo algum. O dano no dispositivo serial e nos circuitos de vídeo poderá resultar de uma conexão ruim de um cabo serial com a placa do adaptador de vídeo, ou do monitor com um adaptador serial.
Mesmo que os conectores não sejam misturados, você não terá como saber se uma porta serial está ligada como um terminal de dados ou um conjunto de dados. (A diferença está naquilo que o fio trasmite, no que recebe e como é feito o “cumprimento” entre eles.) conectar errado esses fios poderá não causar danos ao circuito, mas as coisas não funcionarão como deveriam. Se uma nova conexão da porta serial funcionar mal, você poderá instalar um cabo de modem nulo ou um adaptador entre os dispositivos, e então experimentar os dispositivos para ver se funcionam corretamente juntos.

Tornando complexo esse problema estão os fabricantes de dispositivos que fornecem apenas um tipo de conector de E/S para o dispositivo, mas oferecem interfaces internas seriais ou paralelas usando o mesmo conector. Determinar o método do dispositivo para se comunicar com o computador e como é ligado requer o manual, o cabo original ou adequado, ou chamar o departamento de suporte técnico do fabricante.

A melhor solução para esses problemas é a prevenção. Identifique todas as conexões, mesmo as que parecem óbvias, e especialmente qualquer cabo personalizado ou conector, ou os que parecem semelhantes. Crie ou mantenha os devidos diagramas de fiação, e mantenha a documentação original com o sistema e acessórios. Se uma impressora ou modem for movido de um sistema para outro, certifique-se de que a documentação vá com ele. Você não poderá ler o manual ou encontrar o número de telefone do fabricante se não tiver o livro.


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“O sistema de telefone matou meu modem”

Mais conhecido como “Em caso de dívida, não o conecte!”

Se uma tomada ou soquete como um RJ-11 e o cbo se adaptarem a um RJ-11. não suponha que pertecem um ao outro. Eles não são necessariamente o lugar certo para seu modem ser conectado. O termo RJ-11 é uma das muitas designações da empresa de telefones para os conectores e as tomadas modulares usados para conectar os telefones, linhas de dados, fontes de ouvido e todos os tipos de dispositivos. Essas conexões são muito econômicas de instalar e manter. São versáteis para muitos dispositivos mordenos.

As vantagens dessas conexões criaram confusão e problemas mais de uma vez para os instaladores de telefone, técnicos de computador e usuários. Um exemplo é o uso pela Apple Computer de quatro fios nos circuitos do tipo RJ-11 para sua rede AppleTalk, que conecta os computadores Macintosh às impressoras, modems ou outros dispositivos. É simples instalar e conectar essa ligação de dados entre os sistemas. Também é muito fácil confundir um circuito AppleTalk com uma tomada de telefone, ou uma tomada de telefone com um AppleTalk.

A maioria dos dispositivos da interface AppleTalk predefiniu a proteção que impede que os circuitos sejam danificados pelas voltagem presentes nos sistemas padrões ou de telefone digital. Do mesmo modo, você não irá danificar os telefones e os modems conectando-os aos circuitos da AppleTalk (mas o serviço poderá ser rompido no circuito AppleTalk se você conectar uma linha telefônica, aparelho de telefone ou modem diretamente a ele).

O AppleTalk não é um problema específico. É apenas um exemplo de muitas redes com pares de fios trançados, de conexões próprias de terminais com mainframes e outros sistemas que são ameaçados, ameaçadores ou pelo menos confusos. Mais perigoso, para os sistemas de telefone e dispositivos conectados de maneira errada com eles, é que alguns sistemas usam voltagens que podem danificar os modems, telefones ou dispositivos de rede, causando uma operação intermitente ou falha do dispositivo ou sistema de telefone.

A fiação e as tomadas para muitos sistemas de telefone de escritórios usam tomadas do tipo RJ-11 com 6 pinos para tudo – linhas análogas digitais e especiais – assim é fácil confundi-las. O par central de fios normalmente usado para as linhas análogas e os dispositivos pode carregar de 90 a 130 volts para operar um telefone digital. Você não desejará que seu modem seja ativado com 130 volts com os quais não pode lidar!

Se estiver conectado um modem a um sistema desconhecido, verifique com o técnico ou gerente do sistema para se assegurar que o sistema de telefones seja compátivel com os dispositivos de telefone padrão, inclusive modems e máquinas de fax. Poderá medir as voltagens na tomada, mas poucas pessoas carregam voltímetros e testam as tomadas, ou sabem o que procurar. Observar meramente que o telefone conectado em tal tomada desconhecida parecer ser normal e usa a interface RJ-11 com dois fios padrão não é uma garantia de compatibilidade. Verifique com alguém que deve saber.

Eis um exemplo, apenas no caso de não achar que isso não poderia acontecer com você. Antes de Jin ter construído um dispositivo que nomeamos como “modem Condom”, Mike estava trabalhando em uma rede em uma pequena empresa de telefones. Ele pediu uma linha análoga à qual conectar um modem. Isso foi há algum tempo, e o modem era um modem interno em um dos antigos portáteis de mão, que todos nós ficamos contentes em ver substituídos por tamanhos razoáveis. Você pensaria que as pessoas na empresa de telefones saberiam a diferença entre uma linha de telefone digital e análoga. Depois de conectar o modem à linha telefônica e de detectar um odor acre de peças eletrônicas queimando, Mike enviou o modem para Jin pesquisar (assim forneceu o incentivo para criar o “Modem Condom”) e consertar. Finalmente Jin enviou a seguinte mensagem para Mike este ano:

“Mike, a loja de computadores chamou. Seu modem com taxa de 2.400 está consertado e pronto pra você pegar!”

Fitas, configuração perdida e problemas de “não inicializará”

Visitamos um escritório que acrescentou drives de fita externos a vários PCs. Depois dessas instalações, alguns usuários começaram a informar sobre problemas na inicialização. Alguns sistemas que foram para a loja de serviços voltaram com o problema não diagnosticado.

A coincidência ocorre em grande parte das suas situações. Algo mudou recentemente nos sistemas e foram os drives de fita. Primeiro, os drives de fita não foram levados para a loja de serviços com os sistemas de PC, portanto a loja não poderá encontrar o problema. Segundo, os usuários não estavam acostumados a usar os drives e eles raramente os ligaram, se alguma vez. Portanto, não fazem nenhuma correlação com o problema em mãos. Um sistema nem mesmo mostrou o problema por meses, até que um novo usuário herdou o sistema, neste ponto o problema começou.

Porque os drives de fita estavam conectados aos PCs como drives de disquetes complementares externos (um método comum de interface dos drives de fita), deixar os drives de fita desligados contrariamente afetou as linhas de dados para o subsistema do disquete, que afetou o POST e a detecção do drive de disquete. O POST estava procurando os drives de 1,2MB, encontrou erros do drive, e insistiu que os disquetes de inicialização eram de 306k. (Os enviados com esses sistemas em particular eram disquetes de 1,2MB.)

A solução simples foi desconectar os drives de fita, ou assegurar que eles estivessem sempre ligados para impedir a interferência com o bus de dados. Uma solução melhor seria alterar a construção dos circuitos do drive de fita para que eles não afetassem o bus quando desligados. O sistema isolado que não mostrou primeiro o problema foi configurado originalmente para ficar ativado todas as vezes, pois executava backups programados à noite automaticamente. O problema apareceu quando o novo usuário alterou a configuração desse sistema e começou a desativar o drive de fita. Os usuários ficaram aliviados e a loja ficou apenas levemente embaraçada com essas descobertas.

Com exceção dessa empressa que corrige a interface do drive de fita, há uma dica valiosa para os usuários e o pessoal da manutenção. Verifique todo o sistema em todas as suas condições, e revise a última coisa que foi feita nele como a fonte mais provável do problema. A solução poderá não estar imediatamente aparente, mas encontrá-la será muito mais fácil. Não podemos enfatizar isso o suficiente.

Nota


Sempre que você começar a diagnosticar um problema em um PC, verifique os últimos eventos em sua vida. O último programa instalado, a última pessoa que usou o PC, a última peça de hardware instalada, a última vez em que o PC teve um backup, as últimas alterações na configuração dos PCs, a última vez em que funcionou corretamente, tudo isso e mais, como a última vez em que o PC parou de funcionar na mesa, são muito importantes para determinar o que deu errado!



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“Era uma noite escura e tempetuosa...”

Talvez você não tenha encontrado uma falha distinta de uma parte do seu sistema, mas desde a última tempestade que sacudiu as árvores e as linhas de força ou as cobriu com gelo, forneceu raios a uma noite sombria, ou inundou a caixa do disjuntor na casa, seu PC tem apresentado ataques de perda de memória ou erros de disco. Talvez você tenha tido um “impacto” menor de força que destruiu uma parte insignificante de um circuito já minúsculo dentro de um chip ou em uma placa.

Mesmo uma faísca estática vinda do andar no piso e do toque em seu PC, poderá aplicar uma descarga de energia prejudicial nos pequenos elementos dos circuito internos, e o dano poderá não ficar evidente exceto a uma determinada temperatura, ou com um único padrão de dados ou operação do software.

Encontrar tais problemas pode significar dedicar tempo para executar um conjunto completo de programas de diagnóstico para testar todas as partes do sistema repetidamente, até que o erro fique óbvio e seja reproduzido.

Nota
Recomendamos que você configure seu programa de diagnóstico de escolha para executar por pelo menos 8 horas, de preferência 24, e teste todas as partes de seu sistema, em sequência, várias vezes durante o período do teste. Simplesmente inicialize no DOS e execute os testes com alguns drivers instalados como for possível (por exemplo, apenas os necessários para acessar um drive de CD-ROM ou SCSI) e nenhum outro programa residente.


Planeje os testes para começar quando sistema estiver frio, ou quando você normalmente iniciaria usando o sistema, e deixe o teste ser executado como normalmente executa o sistema. Assim, os teste passarão pelas faixas de temperatura quando usá-lo e pelos eventos normais que ocorrem nas linhas de força, linhas de telefone, em qualquer coisa anexada ou em torno dele, ou sendo executada próximo ao computador.

Se puder, também anote qualquer coisa que ocorra durante o dia, especialmente quando o erro ocorre normalmente ou quando o programa de diagnóstico indica o erro. Muitos programas podem ser definidos para continuar testando mesmo depois de encontrar um erro. Isso permitirá que você estabeleça um padrão e isole mais o erro no sistema. Um ar condicionado que gira, o motor do elevador ou outro dispositivo poderá estar sendo executado coincidentemente com o problema. Portanto, se espera esse tipo de interferência sem seu sistema, deverá instalar alguma forma de proteção de energia (fonte de alimentação sem interrupção ou UPS, ou pelo menos um fio de força de eliminação de picos e interferência) e repetir os testes.

Se usar um disco virtual/RAM ou cache de disco, testar a memória e as operações do disco poderá produzir dois tipos aparentemente diferentes de problemas. Se o problema com o drive de disco não ocorrer quando você não usa o cache de disco, mas os problemas da memória persistirem, seu PC terá um problema de memória. Se o problema do drive continuar e o problema da memória não, poderá ser necessários mais testes concentrados do drive.

Deixar um PC executar os testes o dia inteiro poderá testar sua paciência. Observar um diagnóstico é tão excitante quando observar a gama crescer ou a tinta secar, mas você poderá colocar em dia outras coisas nesse ínterim. Executar os testes no mesmo ambiente onde você notou erros também será melhor do que enviar seu PC a loja. Assim, você não voltará sem um problema ser encontrado, simplesmente porque ele está relacionado ao seu ambiente e não ao sistema em si.


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O problema do desaparecimento da porta

A maioria dos programas em uso hoje é bem escrita o suficiente para evitar os conflitos entre dispositivos, outros programas, BIOS do sistema, DOS etc. Com exceção desses problemas, poderá haver vezes em que o ambiente operacional e o programa entram em conflito por coincidência,através de uma combinação de circunstâncias ou de uma determinada sequência de ações.

Vimos dois programas de comunicações diferentes (terminal/moden) usados com sucesso em execuções separadas em um ambiente com diversas tarefas e janelas, e depois de deixar o ambiente entrar de novo no DOS, outros programas falharam em endereçar essa porta. É muito provavelmente um problema do BIOS.

A solução momentânea foi fazer com que o programa de comunicações redefinisse os parâmetros da porta COM (1, 2, 3 ou 4) antes de sair, e então fechar a janela na qual o programa era usado. Isso redefine os registros de hardware no chip UAR/T ou de modem para que as tabelas de dispositivos DOS padrões (em 04:00h) incluam essa porta quando usada a partir do DOS ou por outro programa em uma janela diferente.

Os ambientes com diversas tarefas, como o Windows, criam PCs virtuais separados para executar os programas. O Windows reserva os dispositivos usados pelos programas para o Pc exclusivo (janela) na qual são executados. Isso impede que dois programas usem dispositivos, como um modem, ao mesmo tempo, sem nenhum saber que o outro está fazendo isso. Entre um programa que envia comandos diretamente para o hardware e a proteção do ambiente entre outros programas, é possível que a proteção possa ser boa demais, ou não o bastante. Se for assim, o programa poderá não restaurar devidamente as condições originais, e o DOS poderá ter problemas ao usar esse dispositivo, fora do programa com diversas tarefas.

As soluções prováveis, dependendo das versões de software e hardware que você está usando, incluem as seguintes:

  • Uma atualização do chip ROM BIOS
  • Atualização do software da aplicação
  • Atualização de software do ambiente com diversas tarefas
  • Verificação de que não há nenhum conflito na linha de interrupção (IRQ) do hardware da placa/porta ou de endereçamento (dois dispositivos não são configurados para o mesmo endereço do dispositivo ou configurados para usar a mesma IRQ)
  • Enviar uma redefinição para a porta COM ou modem em questão a partir do programa de comunicação, antes de sair
  • Usar o Windows 95, 98 ou NT, e um software compatível com TAPI ou MAPI, que permita compartilhar os modems para que você possa discar para a Internet no mesmo modem que fica pronto para responder às chamadas de fax.



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